quinta-feira, 1 de julho de 2010

Contratações em alta no futebol mineiro


Por que não montar um bom elenco no início da temporada? Estamos em julho de 2010 e agora que Cruzeiro e Atlético-MG contratam bons jogadores para o restante do ano. Diego Souza e Méndez são as novas caras do Atlético. Walter Montillo, Riquelme e Ernesto Farias são nomes cotados para atuar na Raposa.
Dentre os dois grandes de Minas, o Atlético, campeão mineiro de 2010, do competente técnico Wanderley Luxemburgo, é o menos prejudicado. O Galo conquistou o estadual com um time considerado meia boca. Têm ainda na temporada mais duas competições, o Brasileiro, que já está em andamento, e a Copa Sulamericana.
O Cruzeiro é o desenho da má gestão dos Perrellas pós Tríplice Coroa. A diretoria opta por manter uma base de jogadores que não são vencedores, contrata atletas desconhecidos e que não demandam grandes investimentos. Com isso deixou de ganhar duas Taças Libertadores. Para a torcida o Brasileiro é obrigação. Para o técnico Cuca é a possibilidade de apagar a fama de montar bons times e não conquistar títulos.
Falta de jogadores disponíveis no início de temporada, calendário não compatível ao do futebol europeu e a escassa arrecadação dos clubes, são as desculpas dos dirigentes mineiros. A sorte, aliada a competência, está lançada para os dois grandes clubes de Minas. Em Dezembro, torcedores, imprensa e diretorias irão colher os resultados.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Dilma atinge 28% e cola em Serra


A Ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, candidata do PT à presidência da República, cresce em pesquisa e acirra a disputa faltando oito meses para as eleições nacionais. Em análise realizada pelo Instituto Datafolha, nos dias 24 e 25 de fevereiro, Dilma cresceu 5 pontos percentuais nas intenções de voto comparando com dezembro do ano passado.
Dilma que estava com 23% das intenções, hoje alcançou os 28%, fazendo a diferença diminuir de 14 para quatro pontos percentuais . Essa pesquisa confirma o crescimento da petista e também a queda de José Serra nas pesquisas. O candidato do PSDB caiu de 37% para 32%. Ciro Gomes e Marina mantiveram estáveis no período, com o representante do PPS oscilando um ponto negativo na margem de erro. A taxa de votos brancos/nulos e indecisos também manteve-se estável, nove e dez porcento respectivamente.
Em um segundo cenário, em que Ciro Gomes não participa da pesquisa, José Serra também vê a distância para Dilma diminuir. De 40% das intenções em dezembro, o tucano caiu para 38%. Dilma arrancou dos 26% para 31%. Marina Silva de 11% em dezembro, fica com 10% em janeiro.
A pesquisa Datafolha, realizada com 2.623 pessoas maiores de 16 anos, possui margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da amostra é de 95%.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Quem mais sofre com a greve é o trabalhador


Existe pior situação do que sair de casa, chegar ao ponto de ônibus, esperar um coletivo por 40 minutos e quando este chega percebe que tem gente saindo pela janela? Infelizmente nós belorizontinos passamos por isso desde segunda-feira, dia 22/02/2010. A greve dos rodoviários assola BH e região metropolitana.
A greve atinge diversos setores da capital. Mas quem mais sofre são os trabalhadores. Eles acordam mais cedo do que o normal para tentar entrar em um dos ônibus super lotados. O pior é quando damos o sinal e o coletivo passa direto. Isso é no mínimo triste. Quando conseguimos vencer todos esses obstáculos, temos que praticamente passar por cima de nossos parceiros trabalhadores.
O pior estar por vir. Chegando a Avenida Cristiano Machado percebemos um mar de carros. Os veículos somem no horizonte. Cruzamentos são fechados, sinais desrespeitados e a fiscalização que até pouco tempo se dizia atuante desaparece.
Depois de duas horas dentro do ônibus conseguimos chegar à região central da capital. Muitos saem suados, cansados e com pouquíssima vontade de trabalhar. O único pensamento está situado nas 18 horas. Quando o expediente acaba e começa uma nova luta: à volta pra casa.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Dilma X Serra - PT X PSDB



Nada como um dia após o outro. Com base nesse ditado podemos relatar a atual situação do cenário político brasileiro pré-campanha eleitoral. A Ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, cresce a cada simulação de votação. Em pesquisa do Ibope, encomendada pelo jornal Diário do Comércio em 17/02/2010, a candidata petista aparece com 25% das intenções de voto. Já José Serra continua na casa dos 36%. Pode-se interpretar tal situação de diversas formas. Será que Dilma continuará crescendo? Serra vai conseguir manter sua hegemonia? E Ciro Gomes e Marina Silva, como vão virar esse jogo? Não perca os acontecimentos dos próximos capítulos.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

João XXIII é referência no atendimento dos traumas a pequenas enfermidades

Um barulho de sirene. Após dois minutos uma ambulância estaciona na porta. Muitos funcionários já estão de prontidão. Uma pessoa com vários ferimentos passa numa maca esperando continuar a viver. Assim é o cotidiano do hospital João XXIII, Pronto Socorro que em determinadas situações é denominado pejorativamente de açougue. São 5000 mil usuários por dia, 470 leitos e 2600 funcionários que trabalham para manter o título de referência em politraumatizados.
Os pacientes, acompanhantes e curiosos que chegam ao João XXIII não sabem o real funcionamento de um hospital. Pode-se comparar o Pronto Socorro de Belo Horizonte com o corpo humano. Todas as funções são interligadas. Só com o pleno funcionamento das partes que o todo irá trabalhar com excelência. Um grande serviço de logística é preciso para fazer o coração do serviço hospitalar da capital bater.
Para trabalhar em um Pronto Socorro como o de Belo Horizonte é necessária à disposição. Não existe um dia igual ao outro. Valter da Silva trabalha no serviço funerário do hospital há dois anos. O funcionário diz que precisa exercer variadas funções no seu dia-a-dia. “Aqui sou Psicólogo, Assistente Social e muitas outras coisas. Trabalho direto com a morte e é preciso passar tranquilidade a quem perde um parente ou amigo”, fala.
A organização no atendimento faz parte da estratégia do João XXIII. Os pacientes são divididos em categorias. No hospital chegam motociclistas com fraturas em todo o corpo, pessoas que levaram tiro ou facadas, que precisam de atendimento imediato e também pacientes com febre, viroses e pequenas enfermidades.
Waldir Silva, enfermeiro que faz a triagem dos pacientes diz que em outras profissões o erro pode ser perigoso, mas no João XXIII qualquer deslize pode ser fatal. “Um goleiro pode tomar um frango, um atacante pode errar um gol, aqui não podemos errar”, explica.
O estudante de Medicina da UFMG Péricles Fraga revela que a má fama do Hospital de Pronto Socorro de Belo Horizonte é consequência do tipo de atendimento do Centro Hospitalar. “Muitas pessoas dizem que o João é um açougue devido o hospital receber diversas pessoas ensanguentadas. Acredito que esse seja o motivo”, explica.
Oferecer saúde, bem estar e qualidade de vida aos seus clientes através da oferta de serviços de medicina preventiva e curativa com atendimento diferenciado. Essa é a missão de um dos maiores Centros Hospitalares da América Latina. O João XXIII é equipado com sistema de gerenciamento de dados utilizados em países de primeiro mundo. O hospital recebe o rico e o pobre, o negro e o branco. Todos são recebidos em pé de igualdade. É assim parte do funcionamento de uma máquina que necessita de reparos, mas nunca pode parar..

Oficina de Teatro e Literatura da SCAP 2009 empolga participantes


O casal de atores Léo Quintão e Neise Neves deram oportunidade a alunos da PUC Minas de conhecer um pouco das Artes Cênicas. Dia 25 de agosto, a partir das 14 horas, estudantes de vários cursos da unidade São Gabriel e Coração Eucarístico, participaram da oficina de teatro e literatura.
Os estudantes realizaram alongamentos, aquecimento vocal, trabalho de interpretação, improvisação e ao final fizeram intervenções em vários pontos da unidade.
Ator de teatro e cinema, Léo Quintão, se diz muito feliz com a oportunidade de poder participar da Semana de Ciência, Arte e Política de forma tão atuante. Ele compõe o elenco do filme Batismo de Sangue, obra exibida no quarto dia do evento. “A SCAP fala de Ciência, Política, Cultura e Sustentabilidade. O evento teve a projeção do filme Batismo de Sangue que retrata um período da história do Brasil. Nós temos que pensar o país que vamos construir para o futuro. Temos que aproveitar a universidade em que pessoas estão em formação. O teatro e o cinema... é muito bom porque você estimula e planta algo na cabeça das pessoas”, explica.
Neise Neves ficou feliz com a vontade dos estudantes de conhecer novas linguagens e do interesse pela oficina. “Uma galera que estava com vontade de fazer e que não se opôs a nenhum exercício. Eles estavam afim e dispostos. Tem que ser assim mesmo. Eles fizeram, gostaram de participar e demonstraram isso. Eles não tiveram medo do ridículo e quiseram experimentar. A oficina serve para revolucionar com a formação”, diz.
Bárbara Lemos, estudante de Psicologia, argumenta que a oficina não foi só diversão. Na atividade a estudante colocou em prática conhecimentos de sua graduação. “A oficina foi ótima. Não só pessoalmente, mas também profissionalmente. Eu faço Psicologia e, com isso, pude agregar conhecimento em relação a outras pessoas. Pude explorar o lado humano e percebi como elas lidam no dia-a-dia em interação com outras pessoas”, explica.

Alunos, professores e convidados discutem a ética na publicidade na SCAP 2009


Ator de teatro e cinema, Léo Quintão, se diz muito feliz com a oportunidade de poder participar da Semana de Ciência, Arte e Política de forma tão atuante. Ele compõe o elenco do filme Batismo de Sangue, obra exibida no quarto dia do evento. “A SCAP fala de Ciência, Política, Cultura e Sustentabilidade. O evento teve a projeção do filme Batismo de Sangue que retrata um período da história do Brasil. Nós temos que pensar o país que vamos construir para o futuro. Temos que aproveitar a universidade em que pessoas estão em formação. O teatro e o cinema... é muito bom porque você estimula e planta algo na cabeça das pessoas”, explica.
Neise Neves ficou feliz com a vontade dos estudantes de conhecer novas linguagens e do interesse pela oficina. “Uma galera que estava com vontade de fazer e que não se opôs a nenhum exercício. Eles estavam afim e dispostos. Tem que ser assim mesmo. Eles fizeram, gostaram de participar e demonstraram isso. Eles não tiveram medo do ridículo e quiseram experimentar. A oficina serve para revolucionar com a formação”, diz.
Bárbara Lemos, estudante de Psicologia, argumenta que a oficina não foi só diversão. Na atividade a estudante colocou em prática conhecimentos de sua graduação. “A oficina foi ótima. Não só pessoalmente, mas também profissionalmente. Eu faço Psicologia e, com isso, pude agregar conhecimento em relação a outras pessoas. Pude explorar o lado humano e percebi como elas lidam no dia-a-dia em interação com outras pessoas”, explica.